quinta-feira, 10 de maio de 2012

Qualidade das águas melhora

   O mapeamento das bacias hidrográficas de minas aponta melhora na qualidade das águas nas bacias hidrográficas de Minas.    O levantamento realizado pelo Igam revela aumentos significativos nos índices de despoluição das águas.

    O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) divulgou, esta terça-feira (08), o Mapa de Qualidade das Águas 2011. O lançamento aconteceu durante a 76ª Reunião Ordinária do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, no plenário do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam), em Belo Horizonte.
   De acordo com o Mapa, houve melhora na qualidade das águas em bacias hidrográficas mineiras em 2011. As bacias do rio Grande e Paranaíba registraram 11% e 25% de ocorrências, respectivamente, de Índice de Qualidade das Águas (IQA) bom. No Rio São Francisco os bons resultados foram constatados nas sub-bacias do Paracatu, Urucuia e Verde Grande. Nelas, a análise revelou 47%, 43% e 8%, respectivamente de IQA bom, sendo que a do rio Urucuia passou de 28%, em 2010, para 43% em 2011.
   O monitoramento das águas avalia a situação das bacias hidrográficas do Estado por meio de vários indicadores. Além do IQA, são avaliados a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), a Contaminação por Tóxicos (CT), o Índice de Estado Trófico (IET), a Densidade de Cianobactérias e os ensaios de Ecotoxidade.
   O IQA é o indicador que avalia a contaminação dos corpos hídricos em decorrência de matéria orgânica e fecal, sólidos e nutrientes. De forma geral, em 2011 observou-se o aumento das ocorrências de IQA Médio nas bacias mineiras, passando de 55%, em 2010, para 61%, em 2011. Ao mesmo tempo, foi registrada a diminuição da ocorrência de IQA Ruim, de 22% para 21%. A ocorrência de resultados de IQA Muito Ruim se manteve constante, com taxa de apenas 1% de frequência, tanto em 2010 como em 2011.

  • O monitoramento da qualidade das águas dá-nos uma perspectiva para que sejam definidas políticas públicas de melhoria da qualidade das águas nessas bacias. Deste modo saberemos que as pessoas se começam a preocupar e a tentar agir para conservar um dos elementos mais preciosos do nosso planeta.
Fonte de informação e imagem: www.farolcomunitario.com

Enfraquecimento do sistema imunitário dos astronautas explicado

André Kuipers da ISS congela as amostras. (Foto: ESA/NASA)
  
   Um estudo realizada na Estação Espacial Internacional (ISS) oferece pistas para se perceber por que razão o sistema imunitário dos astronautas não funciona tão bem no espaço e as recentes descobertas podem beneficiar os mais idosos na Terra. A enzima 5-LOX poderá explicar como manter as células vivas e de boa saúde no sistema imunitário.
   Os astronautas estão sujeitos a diferentes tipos de stresse no processo de adaptação à microgravidade e embora já se soubesse que o sistema imunitário não funciona tão bem no espaço, perceber porque é que isto acontece é um dos motores da investigação espacial.
   Os investigadores da Universidade de Teramo, o Centro Europeu para a Pesquisa do Cérebro e a Fundação Santa Lucia descobriram que uma enzima, denominada 5-LOX, torna-se mais activa em ambientes de ausência de gravidade. A 5-LOX regula de certo modo a esperança de vida das células. A maior parte das células divide-se e regenera-se, mas o número de vezes que isto acontece é limitado.
   Será que são alterações na actividade da enzima 5-LOX que estão a afectar a saúde dos astronautas no espaço? Para descobrir a resposta, os cientistas precisaram de testar a sua teoria no único laboratório em que se pode ‘desligar’ a gravidade: a Estação Espacial Internacional.
   A experiência foi a seguinte: Foram recolhidas amostras de sangue de dadores saudáveis, enviadas posteriormente para a Estação. Uma parte do sangue foi exposta à ausência de gravidade por dois dias, enquanto a outra foi mantida numa pequena centrifugadora para simular a gravidade da Terra. As amostras foram então congeladas e enviadas para a Terra, para análise.


   Tal como previsto, a actividade da 5-LOX era maior nas amostras que estiveram em ausência de gravidade do que nas amostras da centrifugadora ou de que no sangue que ficou em terra. Na realidade, as amostras da centrifugadora mantiveram-se idênticas às amostras em terra.
  Mauro Maccarrone, da universidade de Teramo, explica, “agora temos um alvo, uma enzima que pode ter um papel importante no enfraquecimento do sistema imunitário. A 5-LOX pode ser bloqueada com moléculas que já existem, portanto a utilização destas descobertas na saúde das pessoas é uma realidade próxima.”

   A investigação em torno da enzima e dos compostos com ela relacionada continuará. Uma experiência de follow-up voltou à Terra numa cápsula Soyuz, com a expedição 30, na semana passada. Os cientistas procuram agora outras alterações nas células de forma a perceberem o mecanismo por completo.
Limitar a actividade biológica dos sinais celulares, tais como os controlados pela 5-LOX, pode inclusivamente atrasar o processo de envelhecimento.

 
  • Estas descobertas estão a ser partilhadas entre a comunidade científica, em especial com os investigadores que se dedicam ao estudo das deficiências imunitárias. Esperamos assim que os idosos possam beneficiar deste campo de investigação.


Fonte de imagem e informação: www.cienciahoje.pt



sábado, 5 de maio de 2012

El Niño

   O El Niño (ou ENSO) é o maior fenômeno climático global. Representa a fase do aumento periódico da temperatura da superfície do oceano Pacifico Equatorial e tem uma duração de 9 a 12 meses, em intervalos regulares às vezes de dois em dois, outras de dez em dez anos, alterando a circulação dos ventos alísios - são ventos que ocorrem durante todo o ano nas regiões tropicais e são o resultado da ascensão de massas de ar atmosférico que convergem de zonas de alta pressão, nos trópicos, para zonas de baixa pressão, no Equador, formando um ciclo; são ventos húmidos, que provocam chuvas nos locais onde convergem. Esta onda de calor no mar chama-se El Niño porque aparece normalmente na época do Natal, fazendo referência ao Menino Jesus.
   Vários cientistas acreditam que a interferência humana na atmosfera tem culpa nessa alteração. Outra teoria, recentemente anunciada, afirma que o aquecimento das águas do Pacífico é causado pelo calor do magma vulcânico liberado no fundo desse oceano.

   Junto ao Peru, a água do mar é normalmente fria e cheia de fitoplâncton, o que favorece a concentração de cardumes. Mas a presença de El Niño afasta os cardumes, provocando grandes problemas para a indústria pesqueira. A temperatura da água eleva-se, tendo alcançado 8°C acima do normal na década de 80. El Niño vem ocorrendo todos os anos desde 1990, o que é inédito, pelo menos neste século.
   A corrente oceânica quente durante o El Niño tem uma grande influência nas condições meteorológicas em todo o globo. Os eventos climáticos do El Niño podem causar aumento de precipitação, cheias, tempestades mas também secas e por vezes fogos florestais devastadores.
   As principais consequências de El Niño hoje são: a alteração da vida marinha na costa oeste dos EUA e do Canadá e no litoral do Peru; o aumento de chuvas no sul da América do Sul e sudeste dos EUA; secas no Nordeste brasileiro, centro da África, Sudeste Asiático e América Central e tempestades tropicais no centro do Pacífico.


  • Na aula de Geologia foi-nos proposto a realização de uma pesquisa sobre as alterações climáticas do nosso planeta ou fenómenos que possam contribuir para essas alterações. O tema que o nosso grupo escolheu foi o El Niño e aqui deixamos parte do nosso trabalho.


Fonte de informação: suapesquisa.com; Nasa
Fonte de imagem: NOAA - National Weather Service Forecast Office

Ciclo Hidrológico



   A água é o elemento de primeira ordem que torna a Terra o planeta mais especial e único de todo o Sistema Solar, além disso, este recurso natural é essencial á existência de Vida. No entanto, apesar de ser renovável, não deixa de ser frágil. O consumo hídrico aumenta drasticamente ao longo do tempo, e cada vez mais isto se torna um assunto preocupante., pois a ação humana tem vindo a alterar a sua qualidade, disponibilidade e adequabilidade para fins consumptivos e não só. Também o ciclo hidrológico se depara com algumas alterações e como sabemos o nosso planeta é constituído por vários ecossistemas que se relacionam entre si, e portanto, dependem da Hidrosfera, o que significa que uma perturbação na Hidrosfera, provocará consequentes desequilíbrios em todos os subsistemas da Terra.
    O ciclo Hidrológico designa-se como o movimento continuo da água ao logo dos vários subsistemas terrestres. É impulsionado pela força gravítica e pelo calor proveniente do Sol. Este último desencadeia uma reação na água que se encontra na superfície, que evapora e se desloca para a atmosfera onde condensa (nuvens) devido ao contacto com temperaturas mais baixas. Este estado é temporário pois devido á gravidade, esta mesma água tem de voltar a descer (sob a forma de chuva, neve, granizo…) através da precipitação. Ao precipitar a água pode cair no oceano ficando imediatamente apta a voltar a entrar no ciclo, ou nos continentes, mas aqui é diferente. Uma parte da água infiltra-se no solo e subsolo e contribui para o aumento de reservatórios de água subterrânea (aquíferos); outra parte experimenta o escorrimento superficial até chegar aos rios e mares; e há ainda outra parte que é absorvida ela vegetação, que a utiliza mais tarde na fotossíntese e a liberta de novo para a atmosfera sob a forma de vapor de água por evapotranspiração.



  • Exploração dos recursos geológicos e exploração e contaminação das águas superficiais e subterrâneas: os temas que deram lugar á abordagem do ciclo hidrológico como tópico chave nas aulas de Geologia durante o leccionamento da matéria. É importante entender como através deste recurso natural relaciona o planeta Terra e todos os seus subsistemas num equilíbrio perfeito, o que nos levou a postar sobre o ciclo da água.

Fonte do video : Youtube
Fonte de informação: LNEG - Laboratório Nacional de Energia e Geologia

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A maior e mais brilhante lua do ano aparece no céu de amanhã




   A maior lua do ano fará o seu aparecimento no céu de amanhã. A “super lua”, como é vulgarmente conhecida, aparecerá maior e mais brilhante a olho nu. A NASA explicou que a melhor ocasião par observá-la será quando ela aparecer no horizonte, ao final da tarde.
   A super lua está geralmente associada a desastres naturais, mas os especialistas asseguram que apesar de influenciar a intensidade das marés, especialmente no Oceano Atlântico, será sem consequências.
  Durante a realização de sua rotação à volta da Terra, em determinados momentos o satélite natural fica mais próximo do nosso planeta Terra (aproximadamente 360 mil quilômetros de distância) – o perigeu. Quando a aproximação se dá paralelamente às fases da Lua Cheia ou Lua Nova, ocorre o fenómeno conhecido como “super lua”.
   É-lhe também atribuída a capacidade de influenciar o humor das pessoas, por isso, decorrente do latim, se formou a palavra “lunático”; no entanto, os investigadores não encontram qualquer relação com incidentes criminosos ou comportamentos humanos invulgares.
   Segundo o Observatório Astronómico de Lisboa, no
Porto, o nascimento ocorrerá às 20h12 e o ocaso será às 5h40. Em Lisboa, a Lua irá nascer às 20h9 e pôr-se-á na madrugada de domingo às 5h47. Este será o primeiro de seis grandes eventos celestiais que estão previstos para o mês de Maio.


Fonte: www.cienciahoje.pt


 

sexta-feira, 16 de março de 2012

O mundo sem petróleo - Reflexão




No decorrer das aulas de Geologia foi-nos apresentado pelo professor Orlando Guimarães, um documentário realizado pela National Geographic: “Reação em cadeia - O mundo sem petróleo", que, tal como próprio nome indica se refere ao consumo excessivo do petróleo e as graves consequências que isso poderá trazer para a civilização humana e também para o próprio planeta.
O petróleo é o mais poderoso combustível fóssil do nosso mundo, altamente tecnológico e móvel, no entanto não é “imortal”. Plantas e animais mortos são expostos ao calor durante centenas de milhões de anos produzindo um néctar primitivo, o qual é usado para produzir as mais variadas coisas que nós, humanos, utilizamos diariamente, sem ter a consciência ou noção do processo anterior que isso implica.
No documentário é possível observar um futuro cenário daquilo que poderá acontecer um dia, quando as reservas deste combustível cessarem, o que mudará no nosso mundo e a maneira como nos teremos de adaptar.
A alimentação iria mudar drasticamente, pois a falta de comida provocaria um autêntico caos. Como iriamos nós gerir a falta de alimento? Bem como as falhas na eletricidade.
Segundo este documentário, o homem extrai petróleo do subsolo há cerca de 150 anos, o que resultou em mais de um trilião de barris. Os Estados Unidos da América são o país que importa mais petróleo no mundo. Por baixo da Califórnia, a jazida de petróleo de Kern River, contém mais de quinhentos milhões de barris, capazes de abastecer os Estados Unidos durante cerca de apenas um mês.
Uma curiosidade abordada no filme é que a maioria do material hospitalar é feita a partir do petróleo. Por ano, são usadas cerca de 15 mil milhões de luvas cirúrgicas. Medicamentos, lubrificantes e fatos plásticos são todos feitos com petróleo.


Fonte:http://culturadequalidade.blogspot.pt/2011/10/reaccao-em-cadeia-hdtv-hdtv-720p-pt-pt.html

quarta-feira, 14 de março de 2012

Evolução do Homem

Durante uma aula de Geologia, foi-nos proposto a realização de um gráfico sobre a evolução do Homem. Eis o resultado do nosso trabalho :



Fonte: Cátia Alexandra, Sara Catarina e Sara Ferreira